Campanha

Campanha

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Cadeias alimentares e fichas técnicas - Espanhol e Inglês

        As disciplinas de Espanhol e Inglês também contribuíram com o Projeto Interdisciplinar de 2014.
       Tudo começou nas aulas de Ciências... primeiro os alunos estudaram as Cadeias Alimentares, visitaram o zoológico e elaboraram 11 cadeias dos principais animais vistos no Estudo do Meio. Além disso, prepararam as fichas técnicas com as principais características e informações de cada animal.
        Nas aulas de Espanhol, eles estudaram o vocabulário referente aos animais e depois traduziram as cadeias que haviam sido elaboradas nas aulas de Ciências para a língua estrangeira.
         Durante as aulas de Inglês eles fizeram a tradução das fichas técnicas, possibilitando a ampliação do vocabulário na língua estrangeira.
          

        Confira, na exposição dos banners, o trabalho de nossos alunos e veja aqui também algumas fotos da atividade em sala de aula.










sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Arrecadação de suprimentos para ONGs

Segundo uma pesquisa realizada pela Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA - e publicada pelo JusBrasil, a cidade de São Paulo tem cerca de 2 milhões de animais abandonados pelas ruas.  Refletindo sobre mais um problema que afeta a cidade, os professores e os alunos do 6° ano lançaram no mês de agosto uma campanha de arrecadação de ração, artigos de higiene e outros itens para algumas ONGs responsáveis em ajudar animais abandonados. Essa atividade faz parte do Projeto Interdisciplinar #abraceobrasil e os próprios alunos estão responsáveis pela divulgação, arrecadação e a organização desses suprimentos.

Desde o lançamento da campanha até a primeira quinzena de setembro arrecadamos aproximadamente:

100 kg ração para cães e gatos;
50 itens de artigos de higiene;
10 caixas de jornais;
100 itens (roupas, brinquedos e outros objetos).

As doações serão aceitas até o dia 03 de outubro na Pastoral do Colégio. 









Estudo do Meio - NR Acampamentos



Nos dias 08 e 09 de maio, os alunos do 6° ano participaram do Estudo do Meio, no NR Acampamentos, na cidade de Sapucaí Mirim. Os objetivos da atividade foram: incentivar o aluno a preservar, valorizar e reconhecer em Sapucaí Mirim diferentes realidades que caracterizam o Brasil; analisar as mudanças e permanências da história do lugar, bem como a sua biodiversidade.
Durante os dois dias de acampamento, os alunos puderam vivenciar os principais pontos turísticos e históricos do lugar, conhecer as pessoas e seu modo de viver, a fauna e a flora da região.

Para completar o roteiro de visitação, os alunos conheceram o NR Zoo, especializado em répteis, situado dentro do NR Acampamentos. O conjunto de animais é composto por répteis, como serpentes, quelônios e lagartos, oriundos de outros criadouros regularizados, zoológicos e CETAS-IBAMA. Além da visitação aos animais expostos, os alunos também participaram de uma aula sobre os grupos de répteis existentes na atualidade e sua importância ao meio ambiente. Ao final da aula, os visitantes tiveram a oportunidade de tocar e posar para fotos com alguns dos animais do plantel, tendo uma experiência inesquecível!

Após as atividades desenvolvidas durante o NR Acampamentos e especialmente no NR Zoo, os alunos realizaram atividades refletindo sobre a questão da ética e da bioética em pesquisas científicas e sobre a questão do tráfico de animais.
Ir a campo para aprender na prática um conteúdo que normalmente é aplicado e discutido em sala de aula é um facilitador no processo de assimilação do conhecimento, tanto para os alunos quanto para os professores, pois a aprendizagem em espaços diferenciados é sempre múltipla e significativa.

Veja os depoimentos de alguns de nossos alunos:

O NR Acampamentos foi uma experiência nova e divertida. Todas as atividades propostas foram legais, principalmente a trilha do acampamento, onde pude conhecer um pouco sobre a geografia da região e também o mini zoológico de répteis. Aprendi e me diverti muito.
João Victor So Galdão (162)

Gostei da experiência do Estudo do Meio, pois participei de várias atividades como caiaque, tirolesa e pescaria. Além disso, conhecemos o zoológico com várias espécies de répteis. A atividade do zoológico ajudou muito para o trabalho interdisciplinar.
Matheus Mendes Cicio (163)

Eu achei a experiência do NR muito legal! Aprendi muito com as atividades e gostaria de retornar outras vezes.
Eduarda Pasquarelli (165)

Diverti e aprendi muito com as atividades do acampamento, principalmente porque conhecemos algumas espécies de répteis.
Maria Luisa B. Pereira de Araujo (163)





quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Mico-leão-dourado

  Mico Leão Dourado - Curiosidades


  O Mico Leão Dourado é um mamífero pertencente à família Callitrechidae e à ordem Primates. O comprimento deste animal varia de 20 a 37 cm, o rabo mede de 30 a 40 cm. Seu peso oscila entre 360 e 800 g e sua pelagem, suave e sedosa, tem cor amarelo dourado e está disposta sobre sua cabeça em forma de juba, fato que lhe valeu o apelido.

  


  O mico-leão-dourado atinge a maturidade aos dois anos e pode viver (em cativeiro) até 15 anos. Esta espécie de primata se diferencia dos outros por possuir dois molares, ao invés de três, em cada lado da mandíbula superior e, com exceção do polegar, por ter garras em vez de unhas.

  Este mico habita o sudeste do Brasil (na Mata Atlântica do Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo). Seus hábitos são diurnos e arborícolas e, durante a noite, dorme nos buracos das árvores. Sua alimentação é baseada em frutas (mais de 70 tipos diferentes), seiva, flores, invertebrados e répteis (estes dois últimos procurados no interior de bromélias).

  A estrutura social é a família, formada por um casal e seus filhotes (o grupo é composto por mínimo 3 e, no máximo, 7 integrantes). Os membros da família costumam ficar próximos uns dos outros. Cada família se desloca por uma zona específica, chamada área de ação (esta área tem de 36 a 61 hectares e é defendida pelos membros da família). Foram observados casos deste animal vivendo sozinho.

  Normalmente só quem reproduz no grupo é a fêmea dominante, esta controla suas filhas por meio de agressão para evitar que elas procriem. A reprodução ocorre, na maioria dos casos, uma vez por ano, a maior parcela de nascimentos acontece de setembro a fevereiro e o período de gestação dura de 127 a 137 dias. Em cada parto a fêmea dá à luz a um ou dois filhotes. Os membros do grupo ajudam a mãe a cuidar das crias, que são transferidas para outro integrante, após 7 dias.

   


  Graças ao tráfico desta espécie, ao envio de animais para zoológicos e à destruição do seu habitat, para desenvolvimento da agricultura, criação de gado e urbanização, o mico-leão-dourado está ameaçado de extinção. Dada a perigosa situação deste primata, desde 1.984, foram introduzidos na natureza vários exemplares criados em cativeiro, mas os resultados tiveram êxito relativo, visto que, até 2.004, somente 65% dos animais sobreviveram por mais de 6 meses. Há estimativas de que, hoje, existem aproximadamente 2.000 exemplares deste animal vivendo em liberdade, mas ainda é um número pequeno para a continuidade da espécie.

  


   Habitat:

  Mata Atlântica da baixada costeira do Estado do Rio de Janeiro, atualmente restrita aos municípios de Silva Jardim, Rio Bonito, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Cabo Frio, Armação dos Búzios e Saquarema.
Características da espécie
  • Vive em grupos familiares formados, em média, por seis indivíduos, mas pode variar desde dois até 14 indivíduos
  • O mico adulto pesa entre 550 a 600 gramas e mede cerca de 60 cm da cabeça até a ponta da cauda.
  • Não há qualquer diferença de cor de pelo ou tamanho entre o macho e a fêmea da espécie
  • Na natureza vivem em média, oito anos, mas podem chegar até 10 - 12 anos
  • Podem reproduzir uma ou duas vezes por ano (setembro a novembro – janeiro a março), com gestação de 120 dias e normalmente produzem dois filhotes gêmeos.
  • Alimentam-se de frutos silvestres, insetos, pequenos vertebrados e, eventualmente, de goma de algumas árvores
  • Cada grupo utiliza uma área que varia entre 50 ha a 100 ha que é defendida da entrada de outros grupos de micos
  • São animais diurnos e à noite, dormem em ocos de árvores ou em emaranhados de cipós e bromélias.
  As unidades de conservação, mais conhecidas pela sigla UCs, desempenham um papel fundamental para que os micos-leões-dourados deixem de correr risco de extinção. Para se ter uma ideia, as maiores populações da espécie encontram-se em UCs. As duas maiores estão na Reserva Biológica Poço das Antas e na Reserva Biológica União, ambas no Rio de Janeiro.

  No Ano Internacional da Biodiversidade (2010), é indispensável que o Brasil volte suas atenções para a proteção da Mata Atlântica, que abriga não só os micos-leões-dourados, mas muitas outras espécies endêmicas.

  O compromisso do país com a Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas é proteger em unidades de conservação 10% da área original da Mata Atlântica. No entanto, os remanescentes desse bioma são tão poucos e pequenos, que nosso desafio atualmente é proteger integralmente todos os fragmentos de floresta que ainda restam.


Fundação Parque Zoológico de São Paulo

 

Rinoceronte Branco


    Rinoceronte Branco – Curiosidades

   Depois do elefante, é o maior mamífero terrestre, com 2 metros de altura, 5 metros de comprimento e 4 toneladas (4.000 kg, massa). Tem dois chifres, dos quais o anterior mede até 1,50 m de comprimento.

    Apesar do nome, o rinoceronte-branco é cinzento. Ainda restam 20.160 indivíduos nas savanas de Botsuana, Namíbia, África do Sul, Suazilândia e Zimbábue.

  


  Spa de lama:
Todos os rinocerontes adoram um bom banho de lama. Apesar dos cerca de 2 a 4 cm de espessura, a pele de um rinoceronte é sensível. A lama depois de seca, mantém a pele fresca, protege-a das picadas de insetos, e das queimaduras solares.

  

  Menu de peso:
O enorme consumo diário de alimentos para sustento do seu corpo maciço, não inclui carne. Os rinocerontes são animais herbívoros e o seu menu diário é composto por cerca de 100 kg de ervas, caules, ramos e folhas. Conforme a disponibilidade de água, podem selecionar os alimentos que mais o hidratem.

  A paciência tem limites:
São animais calmos e pacíficos que evitam o confronto físico. No entanto, em disputas territoriais, pelo acesso a fêmeas ou quando ameaçados, podem investir. A investida é veloz já que o seu corpo pesado é também muito forte e musculoso. Quando perturbado, um rinoceronte pode investir a 45-60 km/h e mudar rapidamente de direção.

  A importância do WC:
Jatos de urina e amontoados de fezes são de extrema importância para a vida social dos rinocerontes. Na verdade, servem para delimitar territórios e deixar informações a outros rinocerontes. O cheiro espalhado é identificativo de indivíduos e informa, por exemplo, um macho, de que há uma fêmea nas proximidades, pronta a acasalar.

 São consideradas espécies ameaçadas, embora tenha pouca utilidade para o homem, ele é perseguido desde o tempo das cavernas. Acreditavam que seu chifre pudesse dar a juventude eterna, mas nenhuma parte de seu corpo é medicinal, por causa dessa crença, muitos rinocerontes foram exterminados. Única coisa utilizável para o homem, é sua pele, que é usada na confecção de escudos e calçados.

  É um animal de pobre reprodução: apenas um filhote, depois de uma longa gestação de dezessete meses, o filhote pesa 25 kg e alimenta-se de leite materno até os dois anos de idade. Ao completar cinco ou sete anos, já é adulto e passa a viver sua própria vida.

  


   Sobre o focinho, há duas estruturas semelhantes a chifres, com a frontal sendo mais longa, tendo em média 60 cm, mas podendo chegar a 1,5m. São estruturas formadas por várias camadas de pelos queratinizados, diferentes dos cornos dos bovídeos, formados de queratina com um núcleo de osso; e dos chifres dos cervos, formados apenas de osso.

  Comumente formam grupos de 10-14 indivíduos, composto em sua maioria por fêmeas. Os machos adultos, normalmente são solitários e marcam seus territórios com fezes e urina.

  A maturidade sexual é alcançada aos 6-7 anos para as fêmeas, e 10-12 anos para os machos. A gestação dura entre 16 e 18 meses, com o nascimento de apenas um filhote,
  A população de rinoceronte branco está ameaçada, entre outros motivos, pela caça ilegal por causa da grande procura pelos seus chifres, sobretudo na China, onde são apreciados dentro da medicina tradicional.
  A Fundação Internacional Rinocerontes indicou que, desde 2006, 2.000 animais da espécie morreram na África pelas mãos dos caçadores, enquanto o crescimento de sua população chegou os níveis mais baixos em várias décadas. Segundo os analistas, a caça ilegal superará a taxa de natalidade dentro de pouco tempo se manter esse ritmo atual, com 300 animais mortos a cada ano.
  O rinoceronte branco foi catalogado como espécie "quase ameaçada" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), embora a subespécie do Norte possivelmente poderia ter sida extinta em estado selvagem, já que o último animal foi visto em 2006.
  

Fundação Parque Zoológico de São Paulo

Queixada


     Queixada – Curiosidades

    


  A Queixada é um animal mamífero que é encontrado em algumas áreas da América do Sul e da América Central. Trata-se de um tipo de porco-selvagem que costuma ser visto em bandos. Para se ter uma ideia, esse animal pode viver com outras dezenas da mesma espécie. Já foram vistos grupos com mais de 100 espécimes de Queixada.
Porém, é importante que se destaque que o Queixada não é mesmo que um Javali ou um Cateto. Geralmente, é bastante confundido com os dois parentes próximos que também são porcos-selvagens. O Porco-Monteiro também não está relacionado ao Queixada de maneira alguma.

  Uma das características mais marcantes da Queixada é o fato de ser um animal bastante agressivo quando se sente confrontado. Em geral não há histórico de ataques de Queixadas de forma gratuita ao ser humano. Porém, até saber o que é considerado um tipo de confronto para esse animal…
Se a Queixada estala os dentes (que são bem ameaçadores) pode apostar que ela está nervosa e pretende atacar. Esse estalar de dentes é uma forma de avisar ao oponente que está pronta para o ataque se for necessário.

  A Queixada tem um comprimento de mais ou menos 1 metro, a sua pelagem varia entre tons de preto, cinza e marrom. No seu focinho, é possível observar umas partes brancas. O peso de uma Queixada fica em torno de 40kg. A sua cauda é atrofiada.
  O visual geral da Queixada é bem de porco-selvagem mesmo e lembra bastante um Javali, até por isso, há tanta confusão de pessoas que pensam que se trata do mesmo animal.

  A alimentação desses animais consiste basicamente em raízes, frutas, alguns pequenos animais (bem ocasionalmente) e brotos de plantas. Podemos observar que é um animal com uma dieta variada e centrada em alimentos fáceis de encontrar.
  Além disso, em alguns casos, a Queixada pode chegar até mesmo a se alimentar de carniça e de aves.

   


  Você deve estar curioso para saber por que o nome pelo qual esse porco-selvagem é conhecido é Queixada. Como já dissemos, a Queixada pode ser bastante agressiva quando se sente ameaçada e quando começa a manifestar que não está de bem, ela age de forma a pronunciar o seu queixo.
  Além disso, o animal bate fortemente o queixo, assim foi inevitável lhe chamar de Queixada.

   Um animal que é ativo tanto durante o dia quanto durante a noite, uma espécie bastante territorialista. A forma como esse animal demarca o seu território é através de uma glândula odorífera que deixa um odor característico.
  Quando está em bandos, a Queixada pode chegar a atacar invasores e predadores.

    


    Um dos momentos mais especiais na natureza é a gestação e no caso da Queixada, esse período dura em média 160 dias. Cada gestação pode dar como resultado de 01 a 04 filhotes. Varia bastante de animal para animal.

  Esse é um animal que vive numa situação de ameaça de extinção, pois o seu habitat vem sendo destruído e dessa forma, é bem difícil encontrar alimentos e um lugar seguro para ter os seus filhotes e perpetuar a espécie.
Para se ter uma ideia do tamanho desse problema, existem algumas regiões em que a Queixada já é extinta. Além do desmatamento e destruição do seu habitat, também existe o problema da caça de Queixadas por fazendeiros.
  Como esses animais podem invadir propriedades e causar problemas para as plantações acabam sendo o alvo de vários fazendeiros. Ainda tem a disputa de território e alimentos com o Javali.

   

  Não fossem já todos os motivos que apresentamos acima para justificar a difícil vida das Queixadas e a sua possibilidade de extinção ainda existe o fator comestível. A carne de Queixada assim como a de outros animais silvestres como os Catetos e Javalis é considerada exótica.

   


  www.oeco.org.br 03/07/2013




Sucuri


     Cobra Sucuri – Curiosidades

     


  A sucuri tem fama de matadora de homens, mas não é verdade. A maioria dessas histórias são falsas.

  Muitas lendas são contadas, inclusive que a sucuri quebra ossos. Na verdade, isso pode até acontecer, mas ela não faz de propósito.

  A sucuri tem uma camada transparente para proteção de seus olhos que estão sempre abertos, isso porque ela não tem pálpebras.

  A sucuri é do mesmo grupo da cobra jiboia.

  Quando cresce ela muda de pele.

  A Sucuri é a "Maior Cobra" da fauna brasileira, relatos descrevem medidas de até 11,5 m de comprimento mas, a maioria dos animais desta espécie chega até a nove metros e não é peçonhenta.

  Originária do Pantanal, a Sucuri vive ainda nas regiões tropicais da América do Sul, no leste dos Andes, principalmente na bacia Amazônica e nas Guianas. Na natureza são cobras que vivem em ambientes semiaquáticos e pode ser encontrada nos grandes rios.

  Também conhecida como Anaconda, ela é carnívora e se alimenta de mamíferos como capivaras, veados, cutias, podendo até matar um jacaré por falta de ar. Quando apanha a presa tenta levá-la para água e matá-la por afogamento.

  Quando sofrem um ataque e não podem fugir nadando, mordem para se defender. Sua mordida não é venenosa, mas pode causar infecções.

  São animais de hábitos solitários, agressivos e difíceis de se observar, pois é uma característica dessa espécie permanecer parcialmente escondido na água, o que dificulta precisar e documentar uma exemplar maior que o recorde atual.

  Geralmente pesa cerca de 30 a 90 kg, mas pode chegar a 250 kg. As sucuris têm um corpo verde-escuro, com manchas ovais pretos, olhos e narinas.
  A cobra já foi tema do filme "Anaconda" que conta a história de uma expedição de cientistas americanos que vieram para o Brasil (Amazônia) em busca dessa gigantesca espécie.

  Não se descarta a possibilidade da Sucuri matar e comer um homem, mas até hoje todas as histórias envolvendo as Sucuris são falsas. As sucuris são serpentes muito primitivas, ainda apresentam vestígios das patas traseiras que seus ancestrais semelhantes a lagartos possuíam, que na maioria das outras serpentes já desapareceu. Apresentam-se como dois pequenos espinhos próximos à cloaca, e geralmente são um pouco maiores nos machos. Por dentro, há vestígios dos ossos da bacia, sem nenhuma função.
  Variantes do nome em português: sucuriju (Pará), sucuruju (Maranhão), sucuriúba (Bahia), sucuri (Centro-sul)
  Nomes em outras línguas: anaconda (francês, espanhol, holandês e inglês), amaru (quéchua), water boa (inglês).
  O período de acasalamento das Sucuris ocorre entre os meses de abril e maio. Nesta época os machos detectam as fêmeas pela liberação de ferormônios e em alguns casos se enrolam em torno do corpo dela para disputá-la. O ritual acontece dentro d’água onde nascem os filhotes cerca de 8 meses depois.
  

  Como muitas outras serpentes, a sucuri é capaz de desarticular os ossos de sua mandíbula para que possa engolir presas maiores que a abertura de sua boca. Para facilitar a ingestão do alimento, ela produz muita salivação que umedece todo o corpo do animal, facilitando também para que ela o possa engolir. As presas depois de envolvidas, pela enorme força de constrição da sucuri, ficam com seu corpo mais longo, fino e deformado. Não costumam quebrar os ossos das vítimas, como muitos pensam, para facilitar a ingestão, e sim buscam a constrição (asfixiando-as) para matar suas presas.

   


    Depois de alimentada, conforme o tamanho da presa pode passar meses sem comer.




F  undação Parque Zoológico de São Paulo